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Consultas - Perguntas frequentes
 
O que é uma consulta de Astrologia?

Existem vários tipos de consulta astrológica.
A mais frequente é a consulta de Astrologia Natal, que consiste na interpretação da carta natal ou horóscopo. Neste tipo de consulta, o astrólogo explica as principais características do horóscopo e apresenta as possibilidades futuras. Por razões de concentração e privacidade a consulta é circunscrita apenas às duas pessoas directamente envolvidas – o astrólogo e o consulente.

Depois desta primeira consulta, o consulente poderá optar fazer nova marcação, se assim o desejar, embora isso não seja de modo algum obrigatório. Esta segunda consulta, caso exista, deverá ser suficientemente distanciada da primeira para dar tempo à assimilação da informação astrológica. São de evitar situações que encorajem a dependência do consulente em relação ao astrólogo.

Caso a pessoa deseje apenas esclarecer uma questão específica, sem recorrer ao estudo do mapa natal, poderá fazer uma consulta de Astrologia Horária. Nesta consulta o astrólogo interpreta apenas o mapa do momento em que a pergunta foi feita pelo consulente.

Quem procura uma consulta astrológica?

A consulta de Astrologia é geralmente procurada por quem está a viver uma etapa de mudança e reajuste. Nestas circunstâncias, a consulta oferece novas perspectivas e ajuda a traçar novos caminhos, baseados em escolhas mais esclarecidas.

Outro grande motivo para uma consulta astrológica é a procura de respostas para problemas específicos. Como é óbvio, estas situações deverão sempre ser enquadradas no contexto geral da vida da pessoa, de forma a contribuírem para a compreensão geral.

Seja qual o motivo que leva à consulta, há que compreender que a função do astrólogo é de orientar e ajudar a entender as circunstâncias pessoais numa perspectiva mais consciente. O astrólogo não resolve directamente os problemas dos outros, pois esta tarefa compete à própria pessoa. O contributo do astrólogo consiste em esclarecer a situação presente e clarificar as possibilidades futuras.

 O que é necessário para uma consulta?

Para calcular um mapa astrológico é indispensável saber a data, hora e local de nascimento.
Estes dados, que deverão ser tão exactos quanto possível, vão determinar a posição dos planetas, do Ascendente, e dos outros componentes do mapa.

É especialmente importante que a hora de nascimento esteja correcta, pois é através da hora (e das coordenadas do local) que se determina o grau do signo Ascendente. Basta a diferença de alguns minutos para que o Ascendente mude um grau zodiacal; nalguns casos, pode mesmo mudar de um signo para o seguinte.

As melhores fontes de informação sobre a hora são geralmente a certidão de nascimento e a memória de família. O ideal é comparar o registo da certidão (onde a hora costuma ser arredondada) com as recordações dos familiares (que costumam ter indicações mais precisas). Se a margem de dúvida sobre a hora for relativamente pequena (menos de meia hora) é possível fazer o mapa natal, embora a sua interpretação tenha de ser feita com bastantes reservas.

Nas consultas de Astrologia Horária, a pergunta deve estar bem formulada e clara na mente do consulente para que se possa obter uma resposta directa e objectiva (ver: Consulta de Horária ).

A Astrologia vai dizer-me como sou?

A interpretação astrológica descreve as características de um dado indivíduo, os seus padrões de comportamento, pondo em destaque tanto os pontos fortes como os aspectos mais difíceis da sua personalidade. As possibilidades descritas pelo mapa serão desenvolvidas por cada pessoa ao seu próprio ritmo e de acordo com as suas circunstâncias de vida.
Podemos comparar um mapa natal a uma caixa de ferramentas, que cada indivíduo vai aprendendo a usar ao longo da vida. Cada pessoa tem as suas ferramentas específicas, correspondendo a cada ferramenta um determinado tipo de aprendizagem. A interpretação astrológica descreve estas “ferramentas” e sugere formas construtivas de usá-las. Contudo, compete sempre e só a cada indivíduo decidir quando e como quer desenvolver o seu potencial.

E quanto ao destino e livre-arbítrio?

Esta é uma das questões mais frequentes na Astrologia: a pré-determinação. Está a nossa vida pré-determinada, ou somos livres para fazer escolhas e para “construir” o nosso destino?
A forma como esta pergunta é feita implica, por si mesma, um pré-conceito que importa desde já esclarecer.

Quando perguntamos “somos condicionados ou somos livres?”, estamos implicitamente a apresentar estes factores como antagónicos e mutuamente exclusivos. Partimos do princípio que existem apenas duas possibilidades: ou somos totalmente condicionados ou totalmente livres. Na verdade, nenhum dos factores elimina o outro, pois ambos estão presentes na vida de todos os seres humanos. Todos somos em parte condicionados (por factores genéticos, socio-culturais, etc.) e em parte livres.
Estes condicionamentos são representados no mapa natal por vários factores astrológicos, como o posicionamento dos planetas, por exemplo. Caso contrário, não faria sentido falar de Astrologia. No entanto, estes condicionamentos não são os únicos elemento determinantes na vida de um indivíduo. Existe também em cada ser humano uma vontade individual, uma consciência, que permite compreender e gerir estes mesmos condicionamentos e, eventualmente, ultrapassá-los. Assim, em vez de formular a questão em termos dualistas – condicionados ou livres – há que entender a inter-relação dinâmica entre a vontade individual e as características de base representadas no mapa natal. Os termos desta interacção variam de pessoa para pessoa e de situação para situação.

A questão da “influência” dos astros tem gerado muita discussão. Há quem considere que a Astrologia destrói o “livre arbítrio” e “condiciona” a vida dos indivíduos. Quem o afirma esquece porém que a vida é sempre “influenciada” por uma multiplicidade de factores: a família, a sociedade, as condições meteorológicas, os amigos, as correntes políticas, a opinião pública ou a cultura em que se está inserido. São de resto essas condicionantes que lhes conferem os gostos, as vontades e os comportamentos que defendem com tanto alarde.

Diga-se de uma vez todas: a Astrologia não impõe condicionamentos a ninguém. O que faz é representar, através dos símbolos astrológicos, os condicionamentos já existentes, permitindo assim uma melhor compreensão e, em consequência, uma mais eficiente gestão dos vários aspectos da existência humana.

 
 
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